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Palestra sobre imagens abre o ‘Festival Gabo’

30/09/2016 6:20 AM / Alexandre de Paulo, de Medellín (Colômbia) / Atualizado em 03/10/2016 11:41 am

Uma “maratona das melhores histórias ibero-americanas”, na categoria imagens, abriu quinta-feira, 29, o Festival Gabriel García Márquez de Jornalismo, que segue até sábado, 1º, em Medellín, na Colômbia. Os três finalistas do prêmio, que leva o nome do Nobel de Literatura colombiano, expuseram seus trabalhos em fotos e vídeos, para uma centena de profissionais de imprensa e estudantes de comunicação, na sala Restrepo, no Jardim Botânico de Medellín. Caio Cavechini (Brasil), Pablo Piovano (Argentina) e Santi Palacios (Espanha), falaram com o público, mediados pelo jornalista Carlos Fernando Chamorro (Nicarágua), a respeito da apuração e das formas de abordagem na realização de trabalhos delicados e com cunho social.

O documentário finalista, elaborado pela equipe do brasileiro Cavechini, “JACI, sete pecados de uma obra na Amazônia”, foi bastante aplaudido pelo público. Cavechini disse que o trabalho levou quatro anos para ser concluído, porém ressalta que um documentário “nunca tem um ponto final”, pois sempre há algo mais para enriquecê-lo e complementa-lo. Uma expressiva exposição fotográfica “Refugiados: o drama dos que mais sofrem”, dos fotojornalistas Samuel Aranda y María Jou Sol, foi aberta ao visitantes ontem. À noite foram revelados os vencedores.

Drama - Exposição de Samuel Aranda y María Jou Sol foi aberta antes (Foto: Alexandre de Paulo)

Drama – Exposição de Samuel Aranda y María Jou Sol foi aberta antes (Foto: Alexandre de Paulo)

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