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Para Stap, servidores podem ficar até dois meses em greve


22/05/2017
9:18 AM
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Eurico Cruz
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Atualizado em 23/05/2017 9:30 am

Caso a Prefeitura e o Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública Municipal (Stap) não cheguem a um consenso sobre o reajuste salarial dos trabalhadores, a greve da categoria pode seguir por até dois meses, segundo Pedro Zanotti, presidente do Stap.

Os funcionários públicos vão se reunir nesta segunda-feira, 22, na sede do sindicato, no Centro, às 13h, para votar na nova proposta da Prefeitura, apresentada durante reunião de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que insiste em não repor a inflação com ajuste de 2,25%, mais o aumento do vale-refeição de R$ 450 para R$ 500. Já o Stap quer a reposição da inflação com base no IPCA, de 4,08%, mais 2,36% de aumento real e vale-refeição de R$ 550.

“Em 2015, quando o ex-prefeito Sebastião Almeida (ex-PT atual PDT) ofereceu um reajuste de 6%, que era 2,36% abaixo da inflação, o atual prefeito Guti (PSB) apresentou uma emenda para completar a inflação e ela foi rejeitada na Câmara. Nós entendemos que ele ficou frustrado com isso e estamos dando a oportunidade para que ele aprove a mesma situação proposta na outra gestão”, disse Zanotti.

Se a categoria não aceitar a proposta da Prefeitura uma nova reunião de conciliação está marcada para quarta-feira, 24, no TRT. Vale ressaltar que a continuidade da greve tem que respeitar duas determinações judiciais, que cobram a atividade de 70% dos funcionários celetistas e 80% dos estatutários. O governo ainda não informou se os trabalhadores terão abono ou se terão que compensar os dias parados.

Adesão – Segundo sindicato, 10% de 22 mil servidores aderiram à greve (Foto: Lucas Dantas)


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